sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Começando a estudar musica

               
                Essa postagem é para quem deseja começar a tocar um instrumento, seja como hobbie ou mesmo profissionalmente. Talvez teria mais credibilidade um grande nome da musica falar a respeito e não um mero desconhecido. Porém, o conteúdo pode valer a pena, mesmo não sendo um renomado artista escrevendo. O que quero deixar aqui é basicamente uma experiência de vida de quem dedicou mais de 20 anos à música motivado apenas pela paixão.
                 Eu sempre gostei de música, e como atividade extra curricular, comecei a estudar violão ainda muito jovem. Como todo o estudante, achava que aquelas pessoas que conseguiam tirar algum som de um instrumento eram seres dotados de um dom divino. Porém, com o avanço dos estudos, percebi que música, e qualquer outra matéria da escola, tinha sua parte prática e a parte teórica. Que era fundamental absorver a parte teórica e praticar aquilo que eu estava estudando, com o intuito de escutar o que estava lendo. Muitos garotos iguais a mim, estudantes sazonais de música, praticavam mais em seus instrumentos do que eu, outros achavam que tudo era besteira, bastava fazer um barulho e deu. O resultado era notório. Normalmente aqueles que achavam que já sabiam o suficiente, e que não precisavam mais estudar, em seguida se deparavam com os mais diferentes problemas. Exemplos de músicos autodidatas bem sucedidos temos aos montes, assim como diversas pessoas que dedicaram a vida ao estudo da teoria e são meros desconhecidos. Para ilustrar, temos faculdades e escolas de música de renome internacional espalhadas pelo mundo e funcionando há décadas. Claro que nessas escolas existem professores de altíssimo nível para que os cursos tenham grande qualidade para manter o nome da escola no topo. Com 20 anos dedicados a música, não saberia dizer o nome de nenhum desses professores, não por nunca ter dito informações a respeito, mas por ignorar seus trabalhos.
          Resumindo: Ser um músico de qualidade não garante sucesso, dinheiro e nem reconhecimento. Por isso, se a pessoa está querendo só o que citei, tende a se decepcionar bastante. A única forma de nunca se decepcionar com a música é se relacionar com ela por paixão, se envolver, não tentar dominá-la de forma didática. Conheço tantos músicos que fazem trabalhos legais tendo a música como hobbie. Acho que a maioria das pessoas com quem toquei, e toco até hoje, tem suas profissões tradicionais para se sustentar e tem a música como uma segunda atividade, para diversão. É comum a pessoa gastar muito do dinheiro que ganha no seu trabalho com equipamentos e instrumentos, motivado apenas por paixão.
                  Após essa longa introdução, vou tentar passar algumas dicas que podem servir tanto para quem inicia os estudos quanto para quem já é um músico mais experiente e até profissional. Talvez a primeira coisa a observar é que: Se você realmente é apaixonado por música, ou por um estilo musical, a ponto de querer tocar um instrumento, você deve estar preparado para aprender o tempo todo, sempre. Independente do estilo musical, haverá algo em que você não é tão bom e que você precisará sentar e estudar aquilo, nem que seja por mero prazer. Se você é humilde o suficiente para ouvir outro músico, melhor ainda. Mesmo para quem já é um profissional de renome, sempre terá que parar e aprender um repertório diferente, buscar ampliar seus horizontes para poder continuar vivo no mercado. Ou seja, se você quiser aprender um instrumento, saiba que terá que desenvolver também certo gosto por aprender. Aprender a gostar de aprender é a primeira dica. 
          A segunda dica é mais técnica e, dependendo do seu nível de desenvolvimento, você não conseguirá um resultado sozinho. Como toda atividade, a qualidade do estudo da música dependerá de organização. Existe todo um conhecimento a respeito de técnicas e teorias fundamentais que precisam de uma organização para o desenvolvimento natural e permanente de um estudante de música. Há uma parte comum a todos os tipos de instrumentistas como cantores, guitarristas, bateristas e tecladistas, e têm também existem técnicas e estudos específicos para cada um deles. É muito interessante conseguir um bom professor para quem está começando. Por mais que existam livros, videos na internet e um vasto conhecimento compartilhado, é o professor quem ensinará a linguagem e a forma mais adequada para que se desenvolvam as ferramentas necessárias para assimilar o máximo de conhecimento, fazendo com que o estudo passe a valer a pena. Caso não haja a possibilidade de contar com um professor, as coisas complicam um pouco, mas nada que não possa ser contornado com boa vontade e persistência, mas pode demorar mais a alcançar um resultado satisfatório.
               Como essa postagem já está grande e o objetivo do blog não é prender a atenção de ninguém por muito tempo, vou fazer uma próxima postagem abordando alguns tópicos fundamentais para quem realmente quer aprender a estudar música. Esses tópicos poderão ser aprofundados em outras páginas da internet, blogs e livros, quanto mais informações forem pesquisadas, analisadas e comparadas melhor. Sempre com o cuidado de tentar assimilar algo realmente verdadeiro, pois existe muita bobagem na internet. É muito importante se dedicar a alguns assuntos básicos, mesmo que pareçam desinteressantes no inicio, pois talvez você tenha problemas lá na frente por não ter dedicado um pouco de sua atenção no momento certo. Coisas como leitura, percepção, prática de grupo e, principalmente, aprender mais um ou dois instrumentos, além do principal, para conseguir encontrar o lugar de cada coisa dentro de uma obra.
              Espero que realmente mais e mais pessoas se dediquem a cantar, tocar um instrumento e fazer músicas, pois isso só enriquecerá o cenário musical, possibilitando que a música continue se perpetuando e passando de geração em geração. O conhecimento está todo ai, basta ter paciência para absorvê-lo e fazer o uso adequado dele. No que precisarem de mim, estou a disposição. Quero realmente que nossa próxima revolução seja pela arte, pois uma país como o nosso, tão diverso étnica e culturalmente, merece uma efervescência artística e de qualidade. Só assim reescreveremos nossa história de forma mais digna e rica.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Custo benefício

             

                   
            O produtor Lisciel Franco, famoso por seus videos no Youtube, fez uma postagem interessante falando de três tipos de reações de pessoas em relação a equipamentos de marca. No video ele conta uma historinha rápida para ilustrar sua ideia e propõe que existe três tipos de pensamento a respeito de equipamentos de marca. Cheguei a fazer alguns comentários no video que pode ser conferido no canal do Lisciel no Youtube. Como o espaço é pequeno para expor uma ideia mais completa e notando que o video teve certa repercussão, achei interessante postar a respeito do assunto e expor minha opinião baseado na minha experiência no mundo musical.
              Todas as pessoas que tem interesse em participar do universo musical, seja como musico ou produtor entre outras coisas, vai dar de cara com diversas histórias sobre marcas de equipamentos, instrumentos, musicos e produtores. As grandes marcas contam com histórias de sucesso atrás delas e isso faz toda a diferença no mercado. Se você pegar os amplificadores Marshall como exemplo, notará que em muitos dos videos de guitarristas e bandas famosas há uma parede de amplificadores dessa marca ao fundo. Muitos musicos tem obcessão por essa marca e modelos como o JCM 800 fizeram e ainda fazem parte da história do Rock principalmente. Da mesma forma, quando temos contato com o trabalho de guitarristas como Hendrix, Blackmore, Malmssteen, entre tantos outros, vemos em suas mãos guitarras Fender. Este tipo de marketing torna essas marcas imbatíveis, assim como Gibson, Mesa Boogie, etc. As marcas de empresas clássicas dificilmente saem da cabeça de musicos e apaixonados por musica. Os produtos dessas marcas normalmente são o sonho de consumo da maioria deles. Embora existam diversas linhas de produtos desses fabricantes, dificilmente deixam de ter qualidade na sua construção e desempenho pois tem o peso da marca definido o controle de qualidade. Ao pagar por uma guitarra Fender ou Gibson há a certeza de que se adquire um instrumento de qualidade embasada pela história da empresa que a fabrica. Entretanto, você pode pagar R$ 2.000,00 Reais por uma guitarra Fender ou R$ 15.000,00, vai depender do modelo. Com certeza a primeira não terá a mesma qualidade de construção e o mesmo desempenho da segunda, mesmo assim possui o logotipo da empresa. O mesmo ocorre com a marca Gibson, onde o leque de opções de preços e modelos é igual ou superior a Fender.
           Mas o que o Lisciel expos no video é direcionado para quem produz musica e acopanham o trabalho dele nessa área. Ai as coisas precisam ser analisadas com maior profundidade. Para gravar uma guitarra você vai precisar de uma guitarra, um cabo, um amplificador, um microfone, um cabo de microfone, um pedestal para o microfone, uma interface de audio e um computador. Vamos quantificar financeiramente esse exemplo utilizando as marcas já citadas e algumas comuns no mercado. Você paga R$ 12.000,00 Reais numa Fender Stratocaster, R$ 120,00 em um cabo Tecniforte, R$ 8.000,00 Reias num amplificador Marshall combo mais simples porém valvulado, R$ 750,00 Reais num microfone Shure SM 57 que é clássico para se gravar guitarras, mais um cabo Mogami para o microfone em torno de R$ 200,00 Reais, um pedestal Santo Angelo mesmo de uns R$ 350,00 Reais, uma inteface de audio Avid ou Digidesign de uns R$ 2.000,00 Reais e um Mac Pro usado de uns R$ 5.000,00 Reais rodando um Pro Tools de R$ 1.800,00 Reais ou mesmo o que vem com sua interface. Só ai você já gastou mais de R$ 30.000,00 Reais pra gravar sua guitarra, sem contar regulagem, correia e cordas para a guitarra, um ou dois pedais eventuais, um pré amplificador para dar um ganho no timbre, palhetas, o investimento no espaço, os acessórios do computador e da rede elétrica, monitores de audio, fones de ouvido e assim por diante. Torna-se inviável gravar sua guitarra em casa se pensarmos por esse lado, mesmo sendo equipamentos de marca mas de séries mais simples ou alternativas. Mas com certeza você é um teimoso e investe no sonho e é ai que outras marcas e modelos vão fazer a diferença. Você se obriga a pensar no conjunto que possibilitará a gravação da sua guitarra e não mais em adquirir todas aquelas marcas famosas.
              Ai o primeiro investimento que você deve fazer é em conhecimento. Antes de comprar qualquer coisa o mais sensato é buscar informação. Então você saberá que existem diversos tipos de equipamentos, instrumentos e de gravações. Hoje existem plug ins que simulam todo o tipo de hardware, temos aplicativos para smarphones, diversos computadores, diversas interfaces de audio, amplificadores, microfones. Possivelmente você ainda vai continuar desejando aquelas marcas mais famosas, porém conseguirá fazer um trabalho bem legal utilizando alternativas mais em conta e dentro de um orçamento a curto prazo. O Lisciel deixou bem claro no video que há pessoas que desqualificam as marcas mais usadas com desculpas, outros são radicais e saem bradando suas preferências contra tudo e contra todos e têm aqueles que ao invés de perderem tempo com esse tipo de discussão apenas fazem seu trabalho com as ferramentas que tem em mãos independentemente de serem da marca mais famosa.
             Eu cheguei a comprar um Mac Pro G5 usado, uma interface M-Audio Profire 2626 rodando o Pro Tools M-Powered 7.5. Claro que não era nada absurdo, pois o Pro Tools M-Powered foi uma série lançada pela Avid na época em que havia adquirido a M-Audio, ele tinha suas limitações. Quando adquiri essa série a Avid já estava lançando o PT9. O Mac estava no limite de sua arquitetura com 4 Gb de Ram e rodando o OSX 10.5.8 e a Apple já estava trabalhando com os processadores Intel e havia lançado o OSX 10.7. Mesmo assim era uma espécie de fetiche ter aqueles equipamentos. Menos de um ano depois já tinha vendido ou negociado a interface porque ela funcionava via Firewire e o Mac Pro já não suportava alguns plug ins e instrumentos virtuais com os quais eu estava trabalhando, sem eles o Pro Tools, que mostrou-se limitado, perdeu a razão de estar ali pois só roda com equipamentos da Avid. Acabei adquirindo uma interface Tascam US1800 que tinha 16 canais de entrada e 4 de saída, com USB e um Cubase LE 5 extremamente simples, mais um microfone Shure SM 57 e uma guitarra Washburn, troquei isso tudo por uma Fender Telecaster modelo Highway 1. Paguei R$ 3.000,00 Reais aproximadamente pela guitarra e quando fui tocar minhas musicas notei que minha Ibanez de R$ 700,00 Reais com captadores e a ponte substituidos por modelos melhores já dava conta do recado com sobras. Possivelmente para a pessoa que deu a Interface novinha, a Guitarra Washburn com captadores e ponte modificados e mais o Shure 57, tenha sido um excelente negócio e a realização de um sonho.
              Tive outros negócios de ocasião que fizeram eu abrir mão de um Mac Book, um Mac Mini e trabalhar com um PC que eu mesmo montei, mas que está funcionando perfeitamente bem (até o momento). Por afinidade acabei comprando o Cubase e mais alguns softwares e controladores da Steinberg. Sabendo que a Yamaha e a Steinberg fazem parte do mesmo grupo, investi em uma interface UR 44 para minhas gravações e nas caixas Yamaha HS 8 para monitoração e estou extremamente satisfeito com o resultado independentemente da Yamaha ser uma marca top ou não, e das pessoas, inclusive o Lisciel, falarem mal do Cubase. O importante pra mim é que estou podendo trabalhar sem problemas e acho que outras marcas não melhorariam consideravelmente minhas gravações. Adoraria ter uma Gibson Les Paul ao invés da minha Epiphone, ter um sistema Pro Tools HD completo com monitores Genelec, microfones Neumann para gravar voz, uma mesa SSL e um JCM 800 ao invés do meu Valvstate. Mas não ter estes equipamentos citados acima não atrapalha na produção das minhas musicas e nem me tira a empolgação na busca por conhecimento para tentar executar e capturar o melhor som.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Noite de Hard Rock em Porto Alegre





Para essa primeira postagem de fevereiro de 2015 quero falar sobre o show que acompanhei sexta-feira dia 06/02. Sai de Cachoeirinha por volta das 17:00 horas e não demorei mais do que 10 minutos para embarcar no ônibus da Transcal em frente ao Big Cachoeirinha. O ônibus demorou por volta de 25 minutos para chegar até a estação aeroporto do Trensurb de Porto Alegre, dali mais uns 10 minutos de caminhada até o Pepsi On Stage onde timidamente algumas pessoas já formavam fila para entrar no local. Mais meia hora aproximadamente de espera na fila e as portas se abriram. Rapidamente já estava na pista comum do local que tem também a pista Premium bem à frente do palco e os mezaninos nas laterais e de frente para o palco.Para não ficar de garganta seca logo no início do show, paguei R$ 8,00 Reais por uma latinha de Budweiser servida em um copo descartável. O pequeno público que já estava no local pode assistir a um curto, mas interessante show acústico da banda Elixir, da serra gaúcha, que abriu o show. Eles tocaram algumas músicas próprias e dois covers, Dream On do Aerosmith e Night Train do Guns 'n' Roses. Interessante que o pequeno público gostou bastante da apresentação da banda. Já vi muita gente ser execrada nessas aberturas, mas devido ao fato de não demorar a iniciar o evento e a banda ser interessante, isso não aconteceu, muito pelo contrário, o pessoal aplaudiu a performance e ainda pediu “Mais um”.
Em seguida entrou a banda Winger, liderada por Kip Winger e tendo como destaque o guitarrista Reb Beach, que eu já havia visto em 2006 com o Whitesnake. Eles fizeram um show curto, durando por volta de uma hora ou nem tanto. Confesso que estava receoso em relação a este show, pois Winger nunca foi uma das minhas bandas favoritas. Entretanto, gostei bastante da apresentação deles. Todos os músicos esbanjando talento, alegria e muito feeling. A banda prendeu bastante minha atenção, pois só após se despedirem que notei que o local já estava cheio. Na verdade, acredito que mesmo com as virtudes já observadas acima e a apresentação ser bem agradável, Winger não soma nada em termos musicais ou artísticos hoje em dia. É uma banda que possivelmente será esquecida novamente em pouco tempo. Talvez apenas tenha voltado á ativa por seu guitarrista estar tocando no Whitesnake paralelamente.
Você coloca uma banda que tem 30 anos de estrada, uma dezena de sucessos radiofônicos e que conta com uma dupla como Paul Gilbert e Billy Sheeham fazendo guitarra e baixo, não tem como dar errado. Embora o som estivesse um pouco ruim no início da primeira música, o show foi realmente na medida que podia se esperar. No início do evento o pessoal do bar comentava que o local estaria vazio por causa do tradicional êxodo para o litoral no final de semana, o que se constatou foi um bom público prestigiando os americanos do Mr. Big. Diferente do Winger, os integrantes do Mr. Big estão mais presentes na cena musical nos últimos anos. O próprio Mr. Big já havia tocado em Porto Alegre poucos anos antes e estão promovendo um álbum novo, e isso sempre é mais interessante do que mera apresentação comemorativa.
Não vi apenas fãs de Hard Rock, mesmo tendo os músicos que gostam de assistir e ficar babando com a técnica apurada dos músicos, o que se viu no Pepsi foram centenas de pessoas que estavam ali pela música de qualidade. Não era apenas uma celebração de um estilo específico e sim 3 horas de bom Rock n’ Roll embalado por três bandas que se mostraram muito competentes dentro de suas possibilidades. O Mr. Big tocou todas as suas canções que fizeram sucesso na década de 90 e mais algumas boas músicas dos seus últimos dois álbuns. É incrível ver Paul Gilbert e Billy Sheehan lado a lado na sua banda original, como crescem quando tocam juntos as músicas antigas do Mr. Big. A lamentar a voz de Eric Martin, que embora seja bom cantor, seu timbre fica mais irritante com o passar do tempo. Porém, isso já é algo que todos que conhecem o Mr. Big sempre conviveram, então não é algo que desabone a banda. Mesmo assim, o vocalista é carismático e simpático com os fãs, o que dá crédito a ele.
Para encerrar esse relato simples e sem as costumeiras fichas técnicas, só tenho a lamentar o fato de Matt Star mostrar ser um batera muito firme e vigoroso, pois Pat Torpey, ao qual sempre fui fã, mostra uma debilidade avançada devido a sua doença e pouco tocar seu instrumento, reduzindo sua performance a um kit de percussão ao lado da bateria principal e uma pandeirola. Menos mal que sua voz e sua alegria ainda estejam saudáveis e que tenha acompanhado a banda na turnê, ao invés de ficar em casa de repouso, devido a suas condições de saúde. Resumindo: A noite foi muito boa se considerarmos o alto valor da cerveja e o transtorno que sempre é voltar pra casa naquele horário, quase meia noite, após um evento na região onde se localiza o Pepse On Stage. É reconfortante saber que as velhas bandas ainda estejam na estrada e continuam sendo grandes bandas interessantes e estrelas do Rock, mesmo que tenhamos que considerar diversas coisas que deponham contra isso, ainda é válido revisitar essas histórias do Rock de vez em quando.