quinta-feira, 18 de maio de 2017

Terroristas, artistas e políticos trabalhando para destruir o Brasil

          Maio tem sido um mês bem bacana para mim neste blog, pois fui ao show do Ghost e Rob Zombie, falei das biografias de Ozzy, Bruce Dickinson e Tony Iommi, ainda escrevi sobre a despedida do Deep Purple, uma banda que ficará imortalizada na história do Rock. Música, principalmente Heavy Metal, são minha paixão desde a adolescência, por isso é com grande prazer que escrevo sobre as bandas que gosto como em Megadeth, á síntese, Pantera, Metallica, o início, Iron Maiden, o início, Black Sabbath, o início, também fiz uma série de postagens citando cinco álbuns que marcaram minha vida em cada estilo de Rock/Metal como Heavy Tradicional , Thrash Metal, Death Metal, Punk Rock, Black Metal, Hard Rock e álbuns que considero injustiçados. Tudo isso para registrar e compartilhar minhas opiniões e lembranças sobre essa grande paixão. Cheguei a fazer algumas entrevistas com pessoas ligadas a música, que se destacaram por algum motivo e gentilmente doaram um pouco de seu tempo para conversar comigo, seja por Skype, Hang Out no Google Talk ou por e-mail, cito a El Diablo, banda de Charqueadas/RS cuja formação contava com grandes amigos, Régis Tadeu, que trabalha no Programa Raul Gil, é blogueiro do Yahoo, já escreveu, dirigiu e colaborou em revistas como Cover Guitarra, Cover Baixo, Cover Batera, Mosh e por aí vai, Felipe Lisciel, que é produtor musical, constrói seus próprios equipamentos, toca em uma banda de Rock, que também ficou famoso com seus vídeos no Youtube e cursos de produção musical On Line, Rodrigo Itaboray, que também é produtor, músico e foi bastante ativo no Youtube com seus vídeos falando de produção musical, equipamentos e promovendo workshops on line sobre seu trabalho, Paula Wehbe, que canta em uma banda de Metal no Líbano, lugar bem exótico para se ter uma cena voltada para o Metal, Warren Huart, que é um músico inglês, que trabalha nos EUA e já produziu James Blunt, Aerosmith, Alice in Chains, entre muitos outros, e que criou uma academia virtual de produção musical chamada Produce Like a Pro, Daniel Piquê, guitarrista e produtor musical brasileiro que desde jovem trabalha com música fora do país, Shana Campos, que é modelo, mas trabalhou como DJ, tem uma loja de artigos femininos e participou de um Meet & Greet com Lars Ulrich e Robert Trujillo, podendo assistir a um show do Metallica de cima do palco, Paulo Anhaia, que é produtor musical e trabalhou com Charlie Brown Jr., Sérgio Reis, entre muitos outros, tocou em bandas de Metal e também tem uma carreira On Line bem ativa, Também falei de shows que pude comparecer, do mercado musical, equipamentos de produção musical, aprendizado de música, leis de incentivo a cultura, e por ai vai. Ao lado dessa postagem tem a relação de textos organizada por ordem decrescente de postagem.
          Entretanto, mesmo querendo dedicar-me exclusivamente aos assuntos relacionados a música, tenho um emprego convencional, esposa, filhos e como cidadão comum, sofro na pele as mazelas políticas e toda essa merda que está acontecendo no nosso país. Portanto, tive que me posicionar a respeito, pois não sou uma pessoa alienada e que compra a ideologia do grupo ao qual eu pertenço. Falei nessa postagem sobre esse assunto, porque não consigo compreender como músicos, principalmente, junto com professores e jornalistas, podem ter apoiado por tanto tempo certas aberrações ideológicas. É triste ver artistas que pregavam a liberdade contra um sistema opressor, defenderem com unhas e dentes políticos nefastos que aos poucos foram destruindo o país. Como aqueles que defendem a cultura, o conhecimento e a liberdade podem trabalhar para transformar um país como um Brasil em uma nova Venezuela, Cuba e que tais? Só pra se ter uma ideia de quem esses artistas, jornalistas e professores defendem, nossa ex-presidente pertencia a um grupo terrorista chamado VAR-Palmares, e também a outros, tendo participado diretamente, ou indiretamente, do atentado a bomba que matou um jovem soldado de 18 anos que estava de serviço num quartel, chamado Mário kosel Filho. Esse foi apenas um dos crimes que estes grupos terroristas praticaram nas décadas de 1960 e 70. E o que a classe artística fez a respeito? Ajudou a criar uma narrativa mentirosa para esconder este passado monstruoso dessas pessoas e assim colocá-los no poder por via eleitoral e chamando-os de heróis do povo. A tal Comissão da Verdade, foi criada para terminar de esconder as provas e registros relacionados a esses criminosos. A tentativa foi santificar estes bandidos e demonizar seus adversários.
          Para debochar daqueles que confiaram na então "presidenta", a mesma voltou a usar pseudônimos dos tempos de terrorista ao utilizar "iolanda2606" como nome de usuário para uma conta de e-mail onde trocava informações com Monica Moura, mulher do marqueteiro João Santana e que participavam das negociatas de propinas. Dilma Roussef transmitia informações de seu ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, sobre os passos das investigações da polícia federal, inclusive informando o casal sobre a prisão deles. O que demonstra ainda mais o caráter perverso dessa pessoa em especial, é o fato dela usar o tal nome de usuário, que nada mais era do que "iolanda", nome da esposa do presidente Costa e Silva em 1968 e 2606, ou seja, 26 de junho, data do atentado que matou o jovem soldado e que foi um marco provocativo dos terroristas para com o governo militar. Isso é apenas um dos exemplos que temos aos borbotões sobre essa gente. Então, como defender pessoas desse tipo sem ter interesses escusos ou total demência? Qual o cidadão de bem, e que esteja em sua sã consciência, apoiaria um conjunto de párias como esse? Esses grupos até hoje, mesmo se tornando ricos e poderosos, ainda usam táticas de terrorismo e vandalismo, basta ver a forma como conduzem seu belo gado para invasões de escolas, ocupações de vias públicas, tentativas de intimidar a população incendiando ônibus, pneus e gritando palavras de ordem. Claro que entre esses movimentos existem pessoas inocentes, que realmente acreditam que estão fazendo a coisa certa, talvez por ingenuidade ou pura ignorância, entretanto, entre eles estão pessoas ligadas ao crime organizado, bandidos condenados, entre outros. A prova é que, quando a policia militar fez greve em Vitória/ES, parte da população foi para as ruas saquear lojas, matar inocentes e invadir propriedades públicas e privadas. Isso mostra claramente o país que essa gente deseja construir para os brasileiros. Se levou a tolerância em relação a corrupção e a criminalidade em geral ao nível de total permissividade.
          Um exemplo de como as coisas funcionam nos bastidores ficou bem claro recentemente no Festival Cine PE, onde sete cineastas retiraram seus filmes do festival devido a inclusão de dois filmes específicos, "Real - O plano por trás da história" de Rodrigo Bittencourt e "Jardim das Aflições" de Josias Teófilo. Ou seja, filmes de direcionamento ideológico identificados com a direita conservadora. Os seguintes filmes deixaram de ser exibidos "Abissal" de Arthur Leite, "O silêncio da noite é que tem sido testemunha de minhas amarguras" de Petrônio Lorena, "A menina só", "Baunilha", "Iluminadas", "Não me prometa nada" e "Vênus-Filó, a fadinha lésbica". Segundo seus autores, eles não querem seus trabalhos sendo expostos ao lado de filmes com cunho direitista e extremista. Esses profissionais chegaram a escrever uma carta aberta sobre o motivo de seu protesto. Claro que essas produções contam com incentivos do governo, enquanto "Jardim das Aflições" foi todo produzido com financiamento coletivo. Segundo Josias Teófilo, desde que teve a ideia de produzir o documentário sobre Olavo de Carvalho, seus colegas já o ameaçaram com represálias e ostracismo, pois quem não seguisse a ideologia coletiva, estaria automaticamente excluído do cenário. Isso é normal, pois para se produzir algo no Brasil, em se tratando de cultura, ou se faz com financiamento próprio ou coletivo, leis de incentivo a cultura e participações em festivais são exclusividade de quem está alinhado com os objetivos deste grupo que citei no parágrafo acima. Isso já aconteceu com Lobão, Wilson Simonal, até com o brilhante Nelson Rodrigues, é parte do contexto e faz com que quem se oponha as ideias vigentes seja alvo de todo tipo de represálias, ataques e difamação. Tivemos atores participando de peças teatrais, festivais de cinema mundo a fora, pregando que o impeachment de Dilma era um golpe de estado da direita extremista, como fez Wagner Moura. José de Abreu, doando dinheiro para pagar a fiança de Dirceu, que é rico, diga-se de passagem, mostra a que ponto chega a distorção racional dessa militância. Atores populares de novelas da rede Globo participando da campanha fracassada para arrecadar dinheiro para Lula no final do ano passado, falei a respeito no vídeo no final da publicação, mostra claramente o emprenho em manter o estamento politico, pois são a fonte de renda dessa gente. Já escrevi sobre artistas tomarem partido de governos aqui
          A esquerda representada por grupos como COLINA, VAR, a guerrilha do Araguaia, etc. durante a ditadura militar, apoiada historicamente por uma cultura comunista que a precedeu, comprando jornalistas, artistas, cineastas, professores, sindicatos e afins, montou uma poderosa estrutura que vai desde a atividade terrorista propriamente dita, com guerrilheiros espalhados pelo país e América Latina, assaltos a banco, passando pela formação de opinião em jornais e debates televisivos ou radiofônicos, pelas escolas e universidades, entrando na música, no teatro, cinema e literatura, até chegar no corpo politico propriamente dito, onde estes controlam empresas de grande capital financeiro e que tem sua expansão no mercado facilitada graças a "ajuda" do governo. O que chegou a vir a público desde o Mensalão até agora, demonstra como este esquema de poder e desinformação tem sido eficiente. Com medo de perder este controle, esquerdistas ligados a arte tentam barrar a divulgação de um simples documentário sobre um velho que escreveu alguns livros, é colunista de alguns jornais e que estava a quase vinte anos esquecido. É isso que o filme "Jardim das aflições" representa, um pequeno desvio da estratégia que deve ser corrigido. O interessante é que quanto mais atitudes como a dos cineastas no festival Cine PE forem aparecendo, mais essas obras se popularizarão. Carlos Andreazza, diretor chefe da Editora Record, também sofreu críticas e ameaças por publicar livros direcionados ao conservadorismo e ao liberalismo, o resultado foi percebido no sucesso de vendas destas publicações.
          Por mais que eu ame a música e a arte, reconheço o talento de muitos cineastas, atores e músicos que tem suas obras vinculas ao pensamento esquerdista e ao longo do tempo, demonstraram grande talento e criatividade. Por ser maioria esmagadora, os jornalistas e escritores esquerdistas publicaram obras muito interessantes e contribuíram consideravelmente para muitos avanços em diversos aspectos sociais e intelectuais, Entretanto, a hegemonia é um problema tão grande quanto a megalomania, causa acomodação e artificialidade. Contando com uma idiotização completa da sociedade para conseguir eleger um metalúrgico bufão, pinguço e falastrão, que conseguiu eleger até um poste, segundo palavras do próprio, essa ideologia parou de produzir frutos, e como uma planta espinhosa, sufocou tudo que pudesse surgir para contra balancear as coisas. O nível intelectual do brasileiro foi caindo progressivamente para poder assimilar tudo isso e ainda achar bom. Os jornalistas, patéticos e totalmente fora da realidade, que são pagos por estes grupos, tentam desesperadamente emplacar uma narrativa mentirosa para seguir enganado a população. O problema é que o dinheiro está acabando. Lula tentou fazer de seu depoimento em Curitiba um evento politico, achando que levaria cinquenta mil pessoas as ruas movidas a mortadela e dinheiro público, não conseguiu levar dez mil, assim como no financiamento coletivo que falei anteriormente e que ilustro no vídeo abaixo, onde buscava arrecadar quinhentos mil reais e mal passou da metade disso. Ou seja, a fonte está secando de vez, daqui a pouco ficarão apenas os ossos desse período patético de nossa história e alguns zumbis vagando por ai com pregações alucinadas.
          Para concluir essa publicação, deixo aqui a minha total indiferença aos fatos relatados agora a pouco envolvendo a JBS Friboi e Michel Temer, pois não passam dos ossos que falei acima. Michel Temer é o símbolo, a encarnação perfeita de um sistema que está ruindo. Esse Congresso, o Senado e parte do Judiciário, nada representam além de entidades apodrecidas, exalando seu fedor e deixando rastros de suas carcaças putrefatas pelo caminho. Não é em vão que muita gente pede uma absurda intervenção militar, é o contra movimento, o espasmo de um país que está caminhando para o abismo, uma reação instintiva do corpo frente a doença terminal. É uma pena que, com um momento tão rico para a arte, como sempre períodos catastróficos o são, os artistas estejam preocupados em defender seus bolsos sustentados pelo dinheiro público, e deixem tudo que está acontecendo ir para o ralo. Poderíamos estar produzindo diversos livros a respeito do Mensalão, dos processos da lava jato, da queda deste governo bizarro, da censura velada, da imbecilização dos brasileiros, do roubo generalizado de tudo que havia de positivo no Brasil. Para nosso azar, apenas algumas vozes isoladas tentam fazer algo representativo, e mesmo assim, muitos tentam calar essas vozes de todas as formas possíveis. O que poderia ser motivo de vergonha para alguém como eu, não tendo a atenção para minha música e nem para minhas ideias ao longo dos anos, serve como alívio, pois poderia estar incluído neste saco de merda que virou a classe artística do Brasil. É mais honrado ser um simples trabalhador que tem na arte um passatempo, do que trabalhar da forma e com os objetivos desses crápulas covardes e cínicos.
 
           
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